• Mensagem do Presidente

    20/12/2010 00:00:00 Mensagem do Presidente

    Mensagem do Presidente

     
    Passados 6 meses de Presidência da Junta tive oportunidade de fazer um profundo diagnóstico das necessidades mais prementes da Freguesia, o que me permitiu estabelecer as prioridades do meu mandato e, em muitos casos, confirmar a minha perceção como simples residente da Freguesia. Houve, entretanto, situações que, pela sua urgência, obrigaram a uma intervenção imediata sob a forma de ações já concretizadas.
     
    Ao ser eleito para este cargo assumi a responsabilidade de defender, indiscriminadamente, os interesses de todos os residentes da Freguesia. Faço, por isso, questão de que o meu mandato se reja pelos princípios da transparência e da integridade, princípios estes que se mostram ainda mais imperativos em épocas de desafio e de grandes dificuldades para a população. Além disso, e respeitando a confiança que em mim foi depositada, pretendo que a minha Presidência se traduza numa atuação não só de proximidade às pessoas, como também de “porta aberta” pelo que, incentivo os residentes a dirigirem-se à minha equipa diretamente, como servidores que somos da causa pública.
     
    Assim, e de acordo com os princípios enunciados, as iniciativas mais relevantes que tomei nos passados meses foram:
    • Reparações no Cemitério de Silves
    • Reparações na praça
    • Limpeza integral nas zonas envolventes à estrada, no Bairro da Caixa de Água
    Para o futuro, tenho como prioridades os seguintes pontos de ação:
    • Ampliação do Cemitério
    • Requalificação de Mercado
    • Continuação da limpeza em valas e bermas
    • Continuação do arranjo dos caminhos

    Não quero, no entanto, deixar de salientar que a vossa contribuição em termos de crítica construtiva é essencial para que os vossos interesses possam ser devidamente defendidos.

    Por último, embora não menos importante, não posso deixar de referir o que é do conhecimento geral, ou seja, o facto de que na nossa Freguesia existem grupos significativamente mais carenciados do que outros. É necessário, por isso, que se trabalhe com um espírito comunitário e solidário. Juntos podemos desenvolver sinergias que permitirão que todos ganhemos.
     
    Deixo-vos, por agora, com uma história vinda de África:
     
    “Conta-se que um antropólogo estava a estudar os usos e costumes de uma tribo da África chamada Ubuntu e resolveu propor uma brincadeira às crianças. Colocou um cesto com doces e guloseimas debaixo duma árvore, chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse “Já!”, elas deveriam correr até ao cesto. A que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. As crianças posicionaram-se na linha de partida e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse “Já!”, instantaneamente todas as crianças deram as mãos e correram juntas em direção à árvore com o cesto. Quando lá chegaram, distribuíram os doces entre si e comeram felizes. O antropólogo perguntou-lhes porque é que elas tinham ido todas juntas, se uma só poderia ficar com tudo o que havia no cesto e, assim, ganhar muitos mais doces. Elas simplesmente responderam: “Como é que uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?” (Autor anónimo)
     
    Tito Coelho

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